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Premier League• 4 min de leitura

Guéhi no meio-campo? Maresca mostra que City ainda precisa de reforços

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Redação AmaFutPublicado em 23/08/2026
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Guéhi no meio-campo? Maresca mostra que City ainda precisa de reforços
Guéhi no meio-campo? Maresca mostra que City ainda precisa de reforços O Manchester City de Enzo Maresca não só venceu o Bournemouth por 2 a 1 no último domingo, como também deixou um recado claro: o time ainda não está...
linkFonte / Crédito:ESPN (Internacional/Soccer)

Guéhi no meio-campo? Maresca mostra que City ainda precisa de reforços

O Manchester City de Enzo Maresca não só venceu o Bournemouth por 2 a 1 no último domingo, como também deixou um recado claro: o time ainda não está completo. A estreia de Marc Guéhi como volante improvisado, em uma partida que não era para ser um teste, expôs as fragilidades do meio-campo dos Citizens. Não foi uma estreia feliz para o zagueiro, mas serviu como um alerta para a diretoria: a janela de transferências ainda precisa render.

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O experimento que não deveria ter acontecido

Guéhi, zagueiro de origem, foi jogado no meio-campo pelo técnico italiano em um momento de necessidade. Com Rodri suspenso e Kalvin Phillips lesionado, Maresca não teve escolha a não ser improvisar. O resultado? Um time que, mesmo com a vitória, pareceu desorganizado demais para um clube que aspira a títulos. O Bournemouth, time de meio de tabela, criou chances perigosas e pressionou o City em vários momentos.

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O que deu errado?

Guéhi não é um volante. Sua função natural é marcar zagueiros e sair jogando com a cabeça, não interceptar passes no meio-campo ou distribuir bolas com precisão. O City, acostumado com a posse de bola e a pressão alta, sofreu para manter a posse quando o adversário chegava perto. O time de Maresca pareceu perdido sem Rodri, o maestro que controla o ritmo do jogo. A falta de um volante de qualidade ficou evidente.

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Maresca acende o sinal amarelo para a diretoria

O técnico italiano, que já havia deixado escapar oportunidades de contratar um volante no verão europeu, agora não tem mais desculpas. Com a lesão de Phillips e a suspensão de Rodri, o City ficou vulnerável no meio-campo. Maresca, que já havia dito que não gosta de improvisos, foi obrigado a fazê-lo. A diretoria, que até então parecia confiante em manter a base, agora precisa agir.

O City não pode depender de zagueiros jogando de volante ou meias improvisados. A competição na Premier League é feroz, e times como o Arsenal e o Liverpool não perdoam erros. Se o City quiser brigar por todos os títulos, precisa de um reforço de qualidade no meio-campo. Não adianta ter Haaland, De Bruyne e Foden se o time não consegue segurar a bola e proteger a defesa.

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Repercussão: a torcida cobra, a mídia questiona

A vitória sobre o Bournemouth não foi suficiente para calar as críticas. A torcida, acostumada a ver o City dominar jogos com facilidade, estranhou a falta de controle no meio-campo. A mídia inglesa também não poupou Maresca: "O City precisa de um volante, e rápido", escreveu o The Athletic. Até mesmo os torcedores mais otimistas começaram a questionar se a diretoria não subestimou a importância de reforçar o elenco.

O time de Pep Guardiola, que dominou a Inglaterra por anos, deixou um legado de exigência técnica e tática. Maresca, que assumiu o cargo com a missão de manter o padrão, agora precisa mostrar que consegue fazer isso sem os reforços que o time precisa. A pressão está aumentando, e a janela de transferências já está se fechando.

Análise AmaFut

O City está jogando de "corpo emprestado" no meio-campo. Enzo Maresca, que já havia dito que não gosta de improvisos, foi obrigado a fazer um experimento que não deveria nem ser cogitado. Guéhi, um zagueiro de 1,88m, não tem a técnica nem a visão de jogo para ser um volante. O time, que já sofreu com a falta de Rodri, agora precisa de um reforço urgente.

O problema não é só a ausência de Rodri. O City sempre dependeu de um volante de qualidade para proteger a defesa e iniciar as jogadas. Sem isso, o time fica vulnerável a contra-ataques rápidos, como o que quase resultou no gol do Bournemouth. Maresca tentou compensar com um 4-3-3 mais defensivo, mas isso limita o potencial ofensivo do time.

A diretoria do City precisa agir rápido. Não adianta ter os melhores atacantes do mundo se o time não consegue segurar a bola. A Premier League não perdoa, e o City não pode se dar ao luxo de depender de improvisos. Se não houver reforços até o final da janela, Maresca terá que se virar com o que tem — e isso pode custar caro.

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Fonte

ESPN — With Guéhi in midfield, Maresca makes transfer needs clear in Man City win

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