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Olivia Moultrie fora da temporada: Thorns e seleção dos EUA perdem joia

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Redação AmaFutPublicado em 11/08/2026
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Olivia Moultrie fora da temporada: Thorns e seleção dos EUA perdem joia
Olivia Moultrie fora até o fim da temporada: um baque para Thorns e seleção dos EUA Portland — A notícia jogou um balde de água fria no futebol feminino norte-americano. A meia-atacante Olivia Moultrie , uma das principa...
linkFonte / Crédito:ESPN (Internacional/Soccer)

Olivia Moultrie fora até o fim da temporada: um baque para Thorns e seleção dos EUA

Portland — A notícia jogou um balde de água fria no futebol feminino norte-americano. A meia-atacante Olivia Moultrie, uma das principais promessas dos Portland Thorns e da seleção feminina dos EUA, sofreu uma grave lesão no ligamento cruzado anterior (ACL) e está fora do restante da temporada, incluindo a preparação para a Copa do Mundo Feminina 2026. O anúncio, feito pelo clube nesta terça-feira, soou como um alerta vermelho para o projeto tático das duas equipes.

A perda de Moultrie é ainda mais dolorosa porque ela não é apenas uma jogadora de talento excepcional, mas uma peça-chave no meio-campo de Mark Parsons nos Thorns e no sistema de Emma Hayes na seleção. Com apenas 21 anos, a atleta já havia se firmado como uma das jovens mais promissoras do futebol mundial, combinando visão de jogo, chegada ao ataque e capacidade de desequilibrar jogos com passes longos e dribles.

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## A gravidade da lesão e o impacto imediato

A lesão no ACL é uma das mais temidas no futebol, não só pela dor física, mas pelo tempo de recuperação — geralmente entre 9 e 12 meses. Para uma atleta que ainda está em ascensão, como Moultrie, o risco de sequelas ou uma segunda lesão aumenta consideravelmente. O Portland Thorns, que já vinha de uma temporada irregular na NWSL, perde não apenas uma jogadora, mas uma referência no setor ofensivo.

Nos Thorns, Moultrie era peça fundamental no 4-3-3 de Parsons, atuando como meia central ou segunda atacante. Sua ausência abre uma lacuna difícil de preencher, especialmente porque o time já enfrenta problemas de lesões em outras áreas. Na seleção dos EUA, a situação é ainda mais crítica: Hayes vinha construindo um time jovem, mas com potencial para brigar pelo título mundial, e a perda de uma jogadora do calibre de Moultrie pode forçar uma reformulação tática de última hora.

### O que esperar agora?

O Portland Thorns deve recorrer a jogadoras como Sofia Huerta ou Morgan Weaver para tentar suprir a ausência de Moultrie. No entanto, nenhuma delas tem o mesmo perfil de jogo — velocidade, criatividade e capacidade de associar o meio-campo ao ataque. Já na seleção, Emma Hayes pode optar por apostar em Jaedyn Shaw ou até mesmo em uma novata como Trinity Rodman em um papel mais avançado, mas a transição não será simples.

Ainda há incertezas sobre o calendário da seleção dos EUA nos próximos meses. Com a Copa do Mundo Feminina 2026 se aproximando, Hayes terá que tomar decisões rápidas para não comprometer o ritmo da equipe. A lesão de Moultrie pode, inclusive, adiantar a estreia de algumas jovens promessas que ainda não tinham espaço garantido.

## Repercussão entre torcedores e especialistas

As redes sociais explodiram com mensagens de apoio a Moultrie, que é querida não só por seu talento, mas por sua personalidade carismática. Jogadoras como Megan Rapinoe e Rose Lavelle já manifestaram solidariedade, enquanto torcedores dos Thorns lamentaram a perda de uma atleta que prometia levar o time de volta ao topo da NWSL.

Nos fóruns de discussão, muitos lembraram do caso de Sophia Smith, que sofreu uma lesão semelhante em 2021 e voltou em grande estilo. No entanto, a recuperação de um ACL é imprevisível, e o risco de uma segunda lesão sempre paira sobre a cabeça das atletas. Isso torna a situação de Moultrie ainda mais delicada, especialmente em um ano de Copa do Mundo.

O futebol feminino norte-americano, que já vive um momento de ouro com a popularidade crescente da NWSL e a expectativa pela próxima Copa do Mundo, agora enfrenta um revés. A lesão de Moultrie serve como um lembrete de que, por trás dos holofotes, os times e as seleções dependem de jogadores saudáveis para manter seus projetos em andamento.

Análise AmaFut

Olivia Moultrie não é apenas mais uma promessa: ela é o tipo de meia que define uma era. Com 21 anos, já mostrava maturidade tática para ler jogos como uma veterana, além de ter a explosão física de uma atacante. Sua lesão é um golpe duro não só para o Portland Thorns, mas para todo o futebol feminino dos EUA, que apostava nela como uma das principais armas para a Copa do Mundo 2026.

O problema não é só a ausência em si, mas o que ela representa. Moultrie era a peça que unia o meio-campo ao ataque nos Thorns, um time que já sofre com a falta de constância. Na seleção, sua perda força Emma Hayes a repensar o sistema, possivelmente recuando Jaedyn Shaw ou até mesmo colocando Trinity Rodman em um papel mais avançado — algo que pode não ser ideal para uma jogadora ainda em desenvolvimento.

O mais preocupante, porém, é o histórico de lesões em atletas jovens. Moultrie corre o risco de voltar em 2025 com a mesma intensidade, mas o medo de uma segunda lesão sempre existirá. Isso pode atrapalhar não só sua carreira, mas também o planejamento das equipes. Resta torcer para que ela seja uma das exceções que superam o trauma e voltam ainda mais fortes — afinal, o futebol feminino não pode se dar ao luxo de perder uma joia como ela.

Fonte

ESPN — Olivia Moultrie sofre lesão no ACL e está fora da temporada

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