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Champions League• 4 min de leitura

Os vice-campeões mais doloridos da Copa do Brasil: quem levou o troféu de prata?

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Redação AmaFutPublicado em 24/08/2026
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Os vice-campeões mais doloridos da Copa do Brasil: quem levou o troféu de prata?
Os vice-campeões mais doloridos da Copa do Brasil: quem levou o troféu de prata? O vice-campeonato na Copa do Brasil não é apenas uma medalha de prata — é uma cicatriz que muitos times carregam como um lembrete de oportu...
linkFonte / Crédito:TNT Sports Brasil

Os vice-campeões mais doloridos da Copa do Brasil: quem levou o troféu de prata?

O vice-campeonato na Copa do Brasil não é apenas uma medalha de prata — é uma cicatriz que muitos times carregam como um lembrete de oportunidades perdidas. Nesta semana, o De Zero a Dez da TNT Sports mergulhou no debate sobre os piores (ou mais injustos) vices da competição no século XXI. Mas quem realmente merece o título de "rei do troféu de consolação"?

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O programa, que já virou referência para quem gosta de futebol com opinião, não se limitou a listar nomes: ele atribuiu notas aos times que ficaram a um passo do título. E o resultado, como sempre, gerou polêmica. Afinal, qual foi o vice que mais doeu? O que mais roubou o sono dos torcedores?

📌 Leia também: Gómez acertou na mosca: a decisão que todo torcedor quer ver

Para quem não sabe, a Copa do Brasil é um poço de emoções — e de frustrações. Enquanto o campeão comemora, o vice fica com a sensação de que o troféu estava ali, mas escapou por um detalhe: um pênalti mal batido, um gol no último minuto, uma decisão técnica equivocada. E é justamente nessas horas que o futebol mostra sua crueldade.

## O debate que não acaba: quem foi o pior vice?

A discussão não é nova, mas sempre rende. Times como Fluminense (2005), Botafogo (2013) e Cruzeiro (2014) são frequentemente citados como os que mais sofreram com a prata. Mas o que faz deles os "piores"? Não é só o fato de terem perdido a final — é como perderam.

O Flu de 2005, por exemplo, caiu para o Paulista de Jundiaí em uma campanha que parecia mágica. O Botafogo de 2013, comandado por Oswaldo de Oliveira, foi massacrado pelo Flamengo no Maracanã. Já o Cruzeiro de 2014, com o lendário time de 2013, viu o título escapar para o Atlético-MG em um dérbi que deixou a Raposa em lágrimas.

[IMG1] ## A dor do vice: mais do que um troféu, uma lição

Ser vice-campeão da Copa do Brasil é como ser o segundo colocado em uma prova de 100 metros rasos: você correu tanto, mas a medalha de ouro ficou com outro. E a diferença, muitas vezes, é mínima. Um erro de arbitragem, uma lesão no momento errado, um chute que bate na trave.

Para os torcedores, a prata não é um consolo — é um lembrete de que o time esteve perto, mas não conseguiu. E é aí que mora a grandeza (e a tragédia) da competição. Enquanto o campeão comemora, o vice precisa lidar com a frustração de saber que, na próxima edição, tudo pode mudar.

E é justamente essa incerteza que faz da Copa do Brasil uma das competições mais emocionantes do futebol brasileiro. Não importa se o time é gigante ou modesto: na hora H, tudo pode acontecer.

## Análise AmaFut

Olhando para esses vices, uma coisa é clara: o futebol brasileiro adora um drama. O Fluminense de 2005, por exemplo, foi um time que encantou, mas quebrou a cara na final. Já o Botafogo de 2013 mostrou que, mesmo com um time forte, a pressão pode ser maior do que a capacidade.

Mas o que esses times têm em comum? Todos eles tinham potencial para serem campeões — e é justamente isso que torna a prata tão amarga. Não é um fracasso, mas uma quase-vitória que dói mais do que uma derrota qualquer.

E você, torcedor? Qual foi o vice que mais te marcou? O que mais te deixou com raiva, triste ou, quem sabe, até orgulhoso pela campanha?

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Fonte

TNT Sports — De Zero a Dez: os vice-campeões mais doloridos da Copa do Brasil

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